CRIANÇAS INDIGO II

CRIANÇAS INDIGO No primeiro post, acabei não podendo descrever totalmente estas crianças. Conforme eu dissera anteriormente, são crianças com personalidade forte, que desde que nascem, apresentam uma opinião firme, que não aceitam o não com facilidade, e que muitas vezes, são confundidas com crianças hiperativas, pois são extremamente ativas e inquietas. São crianças que mexem em tudo, que não se contentam com os brinquedos e têm dificuldade de se concentrar numa coisa só, fazendo várias atividades ao mesmo tempo. Com isso, os professores, que não se encontram em sua maioria, preparados para lidar com elas, tacham-nos de hiperativas e os mandam para os consultórios dos pediatras e dos neurologistas, para que tomem ritalina e outros medicamentos para dopá-los e diminuir sua atividade, de tal modo que parem de incomodá-los nas salas de aula. Com isso, resolve-se um problema, o do professor e de alguns pais, mas cria-se outro, ou seja, enchemos o pimpolho de medicamentos que na sua grande maioria das vezes são desnecessários e que acabam prejudicando essas crianças em suas potencialidades, seja intelectual, emocional ou educativo. Quando crescem, as crianças índigo se tornam questionadoras, fazendo perguntas que as vezes nos deixam em situação embaraçosa, principalmente na escola, onde as explicações da professora na maioria das vezes, não consegue atender ao seu grau de expectativa e com isso, os professores se sentem desafiados em sua autoridade, pois “onde já se viu um moleque (ou moleca) querer questionar a minha aula?” São crianças que têm uma mudança no funcionamento do seu cérebro, pois nós, da velha guarda, utilizamos o hemisfério esquerdo e essas crianças, terão a preponderância do hemisfério direito, ou seja, serão crianças em que haverá menor distância entre o pensar e o agir e serão mais autênticas, transparentes e verdadeiras. Nossa sociedade atual, é baseado na hipocrisia, na etiqueta, presa à forma e não ao conteúdo. Nós aprendemos, desde crianças, que é feio dizer o que pensamos e que devemos respeitar o próximo. Já as crianças índigo, dirão exatamente o que estarão pensando. Se ela não gosta de você, ela dirá isso na sua cara. Se ela não concorda com certa coisa, dirá isso com extrema clareza e franqueza. São crianças cujo foco é voltado para o próximo, enquanto nós da velha guarda, sedimentamos nosso foco no EU. Serão muito mais altruístas e preocupadas com o conjunto, com a sociedade em geral e com o bem estar comum de todos. Serão crianças mais compassivas, que desde pequeno, irão manifestar uma preocupação genuína com o sofrimento alheio. Para elas, é inaceitável passarmos na rua e vermos crianças pedindo esmola. Enquanto nós fingimos não enxergá-las, as crianças índigo farão o que estiver ao seu alcance para ajudá-las. Educar uma criança índigo, seja como pais, ou como professores, é talvez o maior desafio que existe. Precisamos jogar fora nosso modelo educativo baseado na força, na autoridade, na base do “eu estou falando que é assim e você vai me obedecer porque sou seu pai (ou professor)”, que nós aprendemos com nossos pais. O modelo em que o filho bem educado era o filho que ficava quietinho, sentado, obediente num canto, não se aplica a essas crianças. Aliás, esta é a grande causa de erro de diagnóstico de hiperatividade, ou seja, os professores e os pais, que esperam que as crianças fiquem quietinhas em casa ou em sala de aula, ouvindo o blá-blá-blá e os pimpolhos se levantam, começam a correr de um lado para outro, ou saem da sala, para ver algo de interessante, ficam loucos da vida e correm para os consultórios médicos e de psicólogos onde recebem o diagnóstico de hiperatividade. (distúrbio de hiperatividade com déficit de atenção). A melhor maneira de lidar com essas crianças, é a mudança de paradigma. Pais e professores precisam entender que está ocorrendo esta mudança, ou seja, após o ano 2000, temos uma infinidade de crianças índigo e cristais nascendo em nosso planeta. Não se trata de crianças mais espertas e desenvolvidas por causa dos meios de comunicação, da televisão, dos computadores e dos estímulos feitos pelos pais. São espíritos especiais que estão renascendo e as mudanças externas ocorrem apenas para acompanhar essa mudança espiritual, ou seja, é a conseqüência e não a causa desta mudança. E como devemos lidar com elas? O primeiro ponto que já falei é que precisamos ouvir essas crianças e seus reclamos. Dar o devido valor aquilo que eles estão dizendo. Devemos ser sempre honestos e verdadeiros para lidar com eles. Se estamos numa consulta médica, e ele precisa tomar uma injeção, ele vai começar a chorar, presssentindo o que o aguarda. Nesta hora, os pais mentem para ele, dizendo: “não, meu filho, você não vai tomar injeção, o seu pai(sua mãe) não vai deixar isso ocorrer ...” Isto está totalmente errado. O correto é dizer: “Meu filho, você está doente, o remédio para curar a sua doença precisa ser uma injeção. Eu sei que vai doer um pouco, e você poderá chorar por isso, mas nós precisamos que você tome esta injeção para você ficar bom e sarar”. Pronto, criou-se um elo de confiança, ao contrário do primeiro caso, onde, dali a pouco, ele vai perceber que seus pais mentiram para ele e ele vai tomar a injeção sim, apesar da tentativa infrutífera dos pais de poupar o seu filho de algo inevitável. Em sala de aula, não adianta tentar ensinar essas crianças a decorar textos e fatos. Se aquilo não tocá-lo, não sensibilizá-lo, aquilo não vai ser aprendido. Precisamos ensinar para a criança sabedoria e não apenas conhecimento. A sabedoria é o conhecimento aplicado, ou seja, o conhecimento que ela coloca em prática, aquilo que ela usa no seu dia a dia. O conhecimento é a informação, pura e simplesmente. Precisamos ensinar à criança a maneira correta de pensar. Passar a informação de uma maneira que aquilo tenha contato com o seu cotidiano e ela possa colocar em prática. Esta é a grande dificuldade da escola, pois os professores lêem o conteúdo dos seus textos, tentam fazer com que elas decorem aquela informação sem que a mesma tenha sido devidamente absorvido e compreendido pela criança. Isto torna as aulas maçantes, monótonas e sem interesse. Com isso, ele vai se levantar, procurar o colega sentado em outro local para conversar e falar sobre assuntos que tenham a ver com seu cotidiano. Com isso, os professores se sentem desafiados em sua autoridade e dê-lhe conflito novamente. Portanto, a melhor maneira de entender essas crianças é procurar estudá-las, buscar nos livros e textos de internet as informações sobre elas, como lidar com elas e como fazer para não tolher suas potencialidades. Se não, corremos o risco de atrapalhar uma existência e não permitirmos que elas cumpram o seu alto fim da existência, que é o motivo pelo qual nós reencarnamos neste planeta.
publicado por drtakeshimatsubara às 13:21 | comentar | favorito