JAIR, FLÁVIO E DIAS TOFFOLI

JAIR, FLÁVIO E DIAS TOFFOLI

A grande virtude de vc chegar aos 5.7 é que `você sabe que, provavelmente, já viveu e experimentou mais coisas na vida, do que provavelmente experimentará ou viverá daqui para a frente. As coisas vão se tornando mais claras, você não cria falsas expectativas com os amigos e acaba por aceitar as coisas e as pessoas como elas são, com suas virtudes e seus defeitos. Sem julgamentos e sem críticas.
O mesmo vale na esfera macro, a nível nacional, quando vc percebe claramente que não existem heróis, que não existem salvadores da Pátria, nem mocinhos nem bandidos. Que o mundo continua sendo o velho e bom mundo, com seus defeitos, com suas pessoas bem intencionadas, mas que as vezes falham na execução de seus projetos.
Quando escolhi fazer uma campanha e defender o voto em Jair Bolsonaro, eu tinha claro para mim, que existiam candidatos bem melhores que ele, mas os mesmos não tinham chance de vencer o pleito, devido à polaridade entre esquerda e direita que se criou naquele momento histórico. Sabia que ele seria uma peça de transição, que haveria um antes e um depois. Que ele é um homem cheio de limitações, cheio de preconceitos, cheio de lugares comuns em sua maneira de ver o mundo. Sabia que ele faria um monte de asneiras como presidente. Que ele não é tão ruim com os militantes de esquerda o pintam, mas tampouco, tão maravilhoso como os bolsonaristas de carteirinha o enxergam. Não é um deus grego, muito menos um grande líder. Tanto é que sempre fora um deputado do chamado baixo clero, que durante 28 anos, não havia chamado tanto a atenção de todos, exceto por algumas extravagâncias ou alguns rompantes e impropérios proferidos contra seus adversários políticos. Mas ele soube canalizar para ele e se apresentar como o contrário do petismo. E venceu as eleições presidenciais, contra todas as expectativas de que seria uma piada política. Ao escolher o texto de João 8;32 “E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará”, como ele vive apregoando, ele decidiu escolher o caminho mais difícil para todo politico, de dizer a verdade em todas as ocasiões. Porém, isso, que para alguns jornalistas, é tido como. "Sincericídio”, tem sido um divisor de águas na política deste país, e com isso, ele comete acertos e erros. Cada semana, cada dia, temos um principio de incêndio, uma crise, que precisa ser debelado por seus assessores e ministros.
O presidente tem demonstrado, porém, que o seu ponto fraco, o seu tendão de Aquiles, são os seus filhos. A cada dia que passa, fica mais claro para todos, que o deputado Flávio Bolsonaro poderia ter cometido o pecado de nomear assessores parlamentares na Assembléia Legislativa do seu Estado, o Rio de Janeiro e de ter ficado com parte dos seus salários para ele, deputado, sendo esse dinheiro gerenciado por seu assessor. Quando o COAF abriu com zelo extremado e mostrou essas movimentações, transformou Bolsonaro e o país refém dessa informação. Agora, Jair Bolsonaro tem agido com todas as suas forças para defender o seu filho do possível ilícito cometido, usando prerrogativas de Estado, e se aliando a Dias Toffoli, para que este lançasse aquela peça casuística, vergonhosa, de proibir a divulgação dos dados do COAF sem ordem judicial. E o preço dessa bondade, é o de o presidente da República defender a permanência do presidente do STF, sabidamente por todos, uma das peças mais podres daquele tribunal superior, juntamente com Gilmar Mendes e Ricardo Lewandovsky, além de nomear para a PGR um nome alinhado com Dias Toffoli e o PT. Em vez de defender o nome que toda a sociedade pede, de Deltan Dallagnol, procurador responsável e o numero 2 da Operação Lava Jato, que foi, com certeza, a maior obra que este país já lançou mão, para fazer essa operação de limpeza nas ratazanas da corrupção.
Como eu digo, não existem santos no meio político. Jair Bolsonaro, pelo que se sabe até agora, não teve contra ele nenhuma prova de que tenha recebido dinheiro ilícito de empreiteiras ou de empresas como a JBS, que saiu comprando o poder através do financiamento ilícito de campanhas de centenas a milhares de políticos por todo o país. Tampouco, em todas as operações que foram desenvolvidas pela PF, pelas instituições que resguardam a justiça e o bem publico, nada existe que desabonem o politico Jair Bolsonaro. Porém o seu ponto fraco são seus filhos e estes podem ser a sua perdição. O dilema do estadista, é que, numa situação extrema como essa, ele tem que sacrificar o lado errado, que nesse caso é o seu filho. Senão, ele corre o risco de por para perder todo o seu esforço para reconstruir esta Nação. E o pior que pode acontecer, nesse momento, é termos um presidente refém de Dias Toffoli e similares.
Por isso, estamos aguardando os próximos movimentos no tabuleiro de xadrez de Brasília. Dependendo de qual peça ele mover, pode levar um xeque mate. E isso será ruim demais, pois teremos uma rainha da Inglaterra, manipulado pelos poderes que há décadas manipulam o poder e os tribunais do Brasil.
E isto tudo seria uma pena, pois, como disse lá no início, se fizermos uma analise desapaixonada do que foram estes 10 meses de mandato presidencial, sem duvida, perceberemos que muita coisa aconteceu, que muitos avanços ocorreram, principalmente na maneira de se fazer politica em Brasília, com um ministério técnico e capacitado para tocar os problemas cotidianos dos seus setores, que, mesmo sem dinheiro, conseguiram alavancar a economia, fazer com que diversos tratados de cooperação econômica e politica, avançassem décadas em poucos dias. Que temos um ministro da infraestrutura que tem angariado o respeito de todos, por onde passa, calando jornalistas esquerdistas com fatos e números, que ninguém consegue contradizer. Uma ministra da Agricultura, e um ministro da Saude, ambos do nosso Estado, que fizeram uma verdadeira revolução em suas pastas, uma conseguindo abrir mercados no mundo todo para nossos produtos agrícolas e nossa proteína animal, o outro resolvendo gargalos e sumidouros de dinheiro que por décadas sangraram o dinheiro do erário público, sem contar um plano de Médico do Estado, que era o grande sonho de todas as entidades médicas há décadas.
Além disso, Jair Bolsonaro, tem angariado a simpatia da população por ser uma figura extremamente simples e direto, que não se intimida com o contato com seu eleitorado, mesmo já tendo sido vitima de um atentado que quase o matou, não se furtando ao corpo a corpo com seus simpatizantes, para o pânico dos seus seguranças.
Portanto, eu espero, de todo o coração, que Jair Bolsonaro consiga ver a grandeza do cargo que ocupa e do sacrifício que por vezes dele será exigido, cortando na própria carne, no sangue do próprio sangue, quando necessário, para que a justiça do pais possa ser cumprida e, se comprovado que Flavio Bolsonaro cometeu ilícito, que seja punido com os rigores da lei, para bem do pais e de toda a população.
A se Aguardar...

JAIR, FLÁVIO E DIAS TOFFOLI

A grande virtude de vc chegar aos 5.7 é que `você sabe que, provavelmente, já viveu e experimentou mais coisas na vida, do que provavelmente experimentará ou viverá daqui para a frente. As coisas vão se tornando mais claras, você não cria falsas expectativas com os amigos e acaba por aceitar as coisas e as pessoas como elas são, com suas virtudes e seus defeitos. Sem julgamentos e sem críticas.
O mesmo vale na esfera macro, a nível nacional, quando vc percebe claramente que não existem heróis, que não existem salvadores da Pátria, nem mocinhos nem bandidos. Que o mundo continua sendo o velho e bom mundo, com seus defeitos, com suas pessoas bem intencionadas, mas que as vezes falham na execução de seus projetos.
Quando escolhi fazer uma campanha e defender o voto em Jair Bolsonaro, eu tinha claro para mim, que existiam candidatos bem melhores que ele, mas os mesmos não tinham chance de vencer o pleito, devido à polaridade entre esquerda e direita que se criou naquele momento histórico. Sabia que ele seria uma peça de transição, que haveria um antes e um depois. Que ele é um homem cheio de limitações, cheio de preconceitos, cheio de lugares comuns em sua maneira de ver o mundo. Sabia que ele faria um monte de asneiras como presidente. Que ele não é tão ruim com os militantes de esquerda o pintam, mas tampouco, tão maravilhoso como os bolsonaristas de carteirinha o enxergam. Não é um deus grego, muito menos um grande líder. Tanto é que sempre fora um deputado do chamado baixo clero, que durante 28 anos, não havia chamado tanto a atenção de todos, exceto por algumas extravagâncias ou alguns rompantes e impropérios proferidos contra seus adversários políticos. Mas ele soube canalizar para ele e se apresentar como o contrário do petismo. E venceu as eleições presidenciais, contra todas as expectativas de que seria uma piada política. Ao escolher o texto de João 8;32 “E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará”, como ele vive apregoando, ele decidiu escolher o caminho mais difícil para todo politico, de dizer a verdade em todas as ocasiões. Porém, isso, que para alguns jornalistas, é tido como. "Sincericídio”, tem sido um divisor de águas na política deste país, e com isso, ele comete acertos e erros. Cada semana, cada dia, temos um principio de incêndio, uma crise, que precisa ser debelado por seus assessores e ministros.
O presidente tem demonstrado, porém, que o seu ponto fraco, o seu tendão de Aquiles, são os seus filhos. A cada dia que passa, fica mais claro para todos, que o deputado Flávio Bolsonaro poderia ter cometido o pecado de nomear assessores parlamentares na Assembléia Legislativa do seu Estado, o Rio de Janeiro e de ter ficado com parte dos seus salários para ele, deputado, sendo esse dinheiro gerenciado por seu assessor. Quando o COAF abriu com zelo extremado e mostrou essas movimentações, transformou Bolsonaro e o país refém dessa informação. Agora, Jair Bolsonaro tem agido com todas as suas forças para defender o seu filho do possível ilícito cometido, usando prerrogativas de Estado, e se aliando a Dias Toffoli, para que este lançasse aquela peça casuística, vergonhosa, de proibir a divulgação dos dados do COAF sem ordem judicial. E o preço dessa bondade, é o de o presidente da República defender a permanência do presidente do STF, sabidamente por todos, uma das peças mais podres daquele tribunal superior, juntamente com Gilmar Mendes e Ricardo Lewandovsky, além de nomear para a PGR um nome alinhado com Dias Toffoli e o PT. Em vez de defender o nome que toda a sociedade pede, de Deltan Dallagnol, procurador responsável e o numero 2 da Operação Lava Jato, que foi, com certeza, a maior obra que este país já lançou mão, para fazer essa operação de limpeza nas ratazanas da corrupção.
Como eu digo, não existem santos no meio político. Jair Bolsonaro, pelo que se sabe até agora, não teve contra ele nenhuma prova de que tenha recebido dinheiro ilícito de empreiteiras ou de empresas como a JBS, que saiu comprando o poder através do financiamento ilícito de campanhas de centenas a milhares de políticos por todo o país. Tampouco, em todas as operações que foram desenvolvidas pela PF, pelas instituições que resguardam a justiça e o bem publico, nada existe que desabonem o politico Jair Bolsonaro. Porém o seu ponto fraco são seus filhos e estes podem ser a sua perdição. O dilema do estadista, é que, numa situação extrema como essa, ele tem que sacrificar o lado errado, que nesse caso é o seu filho. Senão, ele corre o risco de por para perder todo o seu esforço para reconstruir esta Nação. E o pior que pode acontecer, nesse momento, é termos um presidente refém de Dias Toffoli e similares.
Por isso, estamos aguardando os próximos movimentos no tabuleiro de xadrez de Brasília. Dependendo de qual peça ele mover, pode levar um xeque mate. E isso será ruim demais, pois teremos uma rainha da Inglaterra, manipulado pelos poderes que há décadas manipulam o poder e os tribunais do Brasil.
E isto tudo seria uma pena, pois, como disse lá no início, se fizermos uma analise desapaixonada do que foram estes 10 meses de mandato presidencial, sem duvida, perceberemos que muita coisa aconteceu, que muitos avanços ocorreram, principalmente na maneira de se fazer politica em Brasília, com um ministério técnico e capacitado para tocar os problemas cotidianos dos seus setores, que, mesmo sem dinheiro, conseguiram alavancar a economia, fazer com que diversos tratados de cooperação econômica e politica, avançassem décadas em poucos dias. Que temos um ministro da infraestrutura que tem angariado o respeito de todos, por onde passa, calando jornalistas esquerdistas com fatos e números, que ninguém consegue contradizer. Uma ministra da Agricultura, e um ministro da Saude, ambos do nosso Estado, que fizeram uma verdadeira revolução em suas pastas, uma conseguindo abrir mercados no mundo todo para nossos produtos agrícolas e nossa proteína animal, o outro resolvendo gargalos e sumidouros de dinheiro que por décadas sangraram o dinheiro do erário público, sem contar um plano de Médico do Estado, que era o grande sonho de todas as entidades médicas há décadas.
Além disso, Jair Bolsonaro, tem angariado a simpatia da população por ser uma figura extremamente simples e direto, que não se intimida com o contato com seu eleitorado, mesmo já tendo sido vitima de um atentado que quase o matou, não se furtando ao corpo a corpo com seus simpatizantes, para o pânico dos seus seguranças.
Portanto, eu espero, de todo o coração, que Jair Bolsonaro consiga ver a grandeza do cargo que ocupa e do sacrifício que por vezes dele será exigido, cortando na própria carne, no sangue do próprio sangue, quando necessário, para que a justiça do pais possa ser cumprida e, se comprovado que Flavio Bolsonaro cometeu ilícito, que seja punido com os rigores da lei, para bem do pais e de toda a população.
A se Aguardar...

publicado por drtakeshimatsubara às 15:44 | comentar | favorito